29 de abril de 2013

Lobão lança novo livro no Rio de Janeiro, Brasília e em São Paulo

Poeta Tulio Rodrigues











Lobão é daquele artista que na minha opinião é incompreendido pela falta de conhecimento do mesmo. Lobão, talvez sofra de uma imagem negativa criada pela mídia na década de 80 que veio se arrastando ao longo dos anos. Ao me aprofundar na obra e vida do Lobão, descobri um cara sensacional e falei sobre isso aqui (Conhecendo Lobão). Sugiro que as pessoas façam o mesmo.

Lobão está lançando um novo livro "Manifesto do nada na terra do nunca", o lançamento será primeiro no Rio de Janeiro, na Livraria da Travessa, no Leblon, dia 06 de maio às 19h. A Livraria da Travessa do Leblon fica na Avenida Afrânio de Melo Franco, 290 - loja 205 A. Eu estarei lá!

O lançamento se estenderá a Brasília e depois a São Paulo. Na imagem acima as datas e os locais.

Abaixo o release do livro:

"Manifesto do Nada na Terra do Nunca” é um ensaio sobre o que eu acho da cultura brasileira, eu invado o Manifesto Antropófago do Oswald de Andrade, transformo ele num diálogo."

"Baseado nesse insight de que a gente nunca contestou . Tudo que foi criado depois da Semana de 22, basicamente, foram nos cânones da Semana de 22.” 

"Até sedimentando, fossilizando e sacralizando conceitos que o próprio Mario de Andrade, de repente escreveu Macunaíma fazendo troça e depois, mais tarde, intelectuais pegaram aquilo e fizeram uma sacralização da bagunça, do mau caratismo, da preguiça como se fossem dotes divinos do povo brasileiro, então eu fico puto com isso, me dá uma agonia muito grande e o livro é meio que sobre isso.”

”A mensagem do livro é conviver com as discordâncias com elegância e coleguismo, ou seja, é chumbo grosso envolto em nuvens de veludo” 

“é a percepção da Terra do Nunca como nossa sina: de um lado, a luta titânica de um povo que, numa alegria perturbadora, disputa palmo a palmo com a impossibilidade seu pedaço de existência, enquanto de outro prevalecem, intactos, incólumes, perenes e gloriosos, os pilares da nossa ruína.”



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