29 de dezembro de 2011

TURNÊ DO SHOW "CHICO" NO RIO DE JANEIRO

LOCAL: Vivo Rio
Endereço: Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo

DATAS: 
De 5 a 29 de janeiro de 2012
Todas as semanas de janeiro, de quinta a domingo
Quintas, 21h; sextas e sábados, 21h30; domingos, 20h
Abertura da casa: 2 horas antes do início do espetáculo

Datas e horários:

05 de Janeiro - 21h | 06 e 07 de Janeiro - 21h30 | 08 de Janeiro - 20h

12 de Janeiro - 21h | 13 e 14 de Janeiro - 21h30 | 15 de Janeiro - 20h

19 de Janeiro - 21h | 20 e 21 de Janeiro - 21h30 | 22 de Janeiro - 20h

26 de Janeiro - 21h | 27 e 28 de Janeiro - 21h30 | 29 de Janeiro - 20h


INFORMAÇÕES
Classificação etária: 16 anos
Capacidade: 2000 pessoas
Acesso para deficientes físicos
Ar condicionado

Estacionamento com manobrista (R$ 17 antecipado e R$ 20 no dia)

VENDAS

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O SHOW

Após cinco anos longe dos palcos, o artista apresentou um repertório repleto de surpresas aos cerca de 9 mil espectadores presentes na estreia da turnê ‘Chico’, no início de novembro em Belo Horizonte. Além das dez músicas que compõem o novo CD, o compositor presenteia seus fãs com outras 18 faixas (e outras três no bis), em que transita por diversos momentos de sua carreira, do início dos anos 60 até hoje, ligadas entre si por afinidades musicais ou temáticas. A abertura do espetáculo fica por conta de duas canções diretamente relacionadas às incursões do compositor pela literatura. Enquanto ‘Velho Francisco’ (do álbum ‘Francisco’, de 1978) serviu de inspiração para o seu livro mais recente, ‘Leite Derramado’ – vencedor do Prêmio Jabuti em 2010 –, ‘De volta ao samba’ (‘Paratodos’, 1993) marcou o fim de outro longo jejum musical, quando ficou longe dos refletores por sete anos para se dedicar aos seus primeiros dois romances: ‘Estorvo’ (1991) e ‘Benjamin’ (1995).

Músicas que não eram apresentadas por Chico havia muito tempo também integram o novo show, como ‘Anos dourados’, ‘Desalento’, ‘Geni e o zepelim’, ‘Bastidores’ e ainda outras pouco conhecidas do público, como ‘Ana de Amsterdam’, composta para a peça ‘Calabar – o elogio da traição’ (1972), ‘Baioque’, do filme ‘Quando o carnaval chegar’ (1972), e ‘A Violeira’, também feita para a tela grande, parte da trilha de ‘Para viver um grande amor’ (1983).

Em determinado momento do espetáculo, o artista homenageia seu maestro soberano com uma releitura de ‘Tereza da Praia’, de Tom Jobim em parceria com Billy Blanco, cantada em dueto com o seu baterista Wilson das Neves. Não faltou espaço tampouco para músicas de discos mais recentes, casos de ‘Injuriado’, de ‘As cidades’ (1998), e ‘Choro Bandido’, de ‘Paratodos’ (1993), e para uma breve releitura de um de seus maiores clássicos, ‘Cálice’, cujos versos do refrão foram transpostos para os dias atuais pelo cantor paulistano Criolo. Na nova versão, Chico entoa “Afasta de mim a biqueira, pai /Afasta de mim as biate, pai / Afasta de mim a coqueine, pai / Pois na quebrada escorre sangue”.
Na parte central do show, o artista enfileira uma sequência de músicas românticas, que se inicia com ‘Essa pequena’, ‘Tipo um baião’, ‘Se eu soubesse’ e ‘Sem você 2’, todas do novo álbum, e termina com as clássicas ‘Bastidores’, ‘Todo o sentimento’, ‘O meu amor’ e ‘Teresinha’.
No bis, Chico volta ao início de sua trajetória musical com ‘Sonho de Carnaval’, faixa de seu álbum seminal ‘Chico Buarque de Hollanda’ (1966), antes de encerrar a apresentação, de 90 minutos, com a (já) clássica ‘Futuros Amantes’ (‘Paratodos’, 1993) e ‘Na Carreira’, escrita junto com Edu Lobo para o balé ‘O grande circo místico’ (1982).

Os músicos que acompanham Chico Buarque na turnê – a sexta que apresenta nos últimos 36 anos – são os mesmos dos últimos dois shows. O maestro e violonista Luiz Claudio Ramos, fiel parceiro de Chico há 39 anos, rege o time formado por João Rebouças (piano), Bia Paes Leme (teclados e vocais), Wilson das Neves (bateria), Chico Batera (percussão), Jorge Helder (contrabaixo) e Marcelo Bernardes (flauta e sopros).

A equipe que age nos bastidores, por sua vez, é composta por Vinícius França (produção geral), Helio Eichbauer (direção de arte e cenários), Maneco Quinderé (iluminação), Cao Albuquerque (figurinos) e Ricardo ‘Tenente’ Clementino (direção técnica).

Ornamentado por três grandes reproduções sobre tecido (duas de 9m x 4,5m e uma de 6m x 4,5m) – um desenho de Oscar Niemeyer (A Mulher Nua) e duas pinturas de Cândido Portinari (O Bloco Carnavalesco e O Circo) –, além de uma escultura móvel de uma Fita de Möbius (objeto topológico muito utilizado em estudos matemáticos), o palco é iluminado por projeções que interagem com a cenografia e os músicos, que aparecem trajando figurinos inspirados nas cores das telas.

Classificação 16 anos. Menores de 16 anos somente acompanhados do responsável legal


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2 de dezembro de 2011

Participação no evento "Poesia a Bordo"


























Tive o grande prazer de ser convidado pela amiga e poeta Diana Balis para participar desse grande evento em que foram homenageados os poetas de Niterói. Além de mim, o evento homenageou os poetas Gilberto Maha, Naldo Velho, Vânia Moraes e Rosângela Goldoni.

Tua pele escura










































Volto para falar do nosso amor,
das tarde de pecado e de loucura,
das noites de desejo e de fissura
e dos dias que foste minha flor!

Volto para lembrar de tua quentura,
dos momentos que fui teu beija-flor,
dos momentos difíceis e de dor,
do tempo que possuí tua pele escura!

No instante em que me dói essa saudade,
o coração se perde tão ferido
por te buscar em vão a todo momento!

Tu me deste uma falsa liberdade
e por viver tão preso e recolhido
só posso devorar-te em pensamento!

Tulio Rodrigues