30 de agosto de 2010

Soneto a Beatriz Costa Ribeiro



A tempestade o céu já encobria 
E deixava a paisagem por um triz. 
Ninguém dizia o que todo mundo diz 
Que não me resta nada como o dia. 

Chorava por estar muito feliz, 
Tanto que minha lágrima escorria 
E ao terminar aquela alva poesia 
Eu a dediquei só pra ti, Beatriz. 

E dediquei também uma cantiga, 
Aquelas do passado, a mais antiga 
Que sempre diz não para a despedida!

Quero que saibas por toda essa vida
Que nunca haverá coisa mais linda 
Além de ti que és sempre bem-vinda! 

Autor: Tulio Rodrigues