4 de junho de 2010

Soneto: A matriarca


A minha vó, Janir! 


Foste mãe e foste pai de cada filho, 
lutaste tanto como uma guerreira 
e serás sempre pra nós a primeira 
que a cada dia nos traz um novo brilho! 

Sei que a vida é breve e passageira, 
mas a quero pra sempre em cada trilho, 
pois em cada canção, em cada estribilho, 
vens a mim como a nova luz certeira! 

Tu nos livras de toda escuridão, 
acolhes-nos bem forte em teu espírito, 
trazes consigo toda esta emoção, 

pois a cada dia sempre nos tens dito: 
- Que amar é sempre ter no coração, 
um terno amor, maior que o infinito!

Tulio Rodrigues

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